Sony Music Portugal avalia o álbum Graffiti de Chris Brown

A Sony Music Portugal avaliou, deu a sua opinião em relação ao álbum Graffiti de Chris Brown. O site Chris Brown Portugal dá-te agora a con...


A Sony Music Portugal avaliou, deu a sua opinião em relação ao álbum Graffiti de Chris Brown. O site Chris Brown Portugal dá-te agora a conhecer o que esta editora tem a dizer sobre este grande álbum:

"Com o lançamento de Graffiti, o terceiro álbum do artista pela Jive Records, o cantor e compositor Chris Brown desenvolve um esforço profundamente pessoal que se traduz em reflexão, redenção e renovação. O cantor de 20 anos toma consciência da sua identidade numa forma que espelha o momento, à medida que entra no seu apogeu enquanto atravessa uma conjuntura difícil na sua vida pessoal. Brown, que já é um artista multiplatinado e extremamente bem sucedido, apresenta um disco com a sua sonoridade de marca. “Graffiti exemplifica os vários tipos e cores da arte, música e moda que eu gosto e que utilizo para me expressar”, explica o artista. “É a minha arte, o meu graffiti”.

Em Graffiti, o conteúdo do disco é inesquecível — uma viagem estonteante à escala musical, à medida que o artista explora os altos e baixos das lições de vida que aprendeu. “[Graffiti] apresenta todos os tipos de formas, tamanhos e cores, é isso que a minha música apresenta: sentimentos e emoções diferentes. Apresenta vários estilos musicais juntos num só”, confessou Brown à revista YRB Magazine. O novo álbum inclui colaborações com outros artistas que também já atingiram o estatuto de platina como Lil Wayne e Swizz Beatz (“I Can Transform Ya”), bem como compositores/produtores de sucesso como Polow Da Don (“So Cold”, “Wait”, “Gotta Be Ur Man”, “I Love U”), The Runners (“What I Do”), Ryan Leslie (“Famous Girl”), e Brian Kennedy (“Pass Out”, “I’ll Go”).

O funk futurista deslumbra logo no primeiro single retirado do álbum, intitulado "I Can Transform Ya", com a participação de Lil Wayne e o produtor Swizz Beatz, criando assim um êxito das pistas de dança e também um sucesso imediato na sua estreia nas tabelas da Billboard. Numa espécie de contraste de estilos, o seu segundo single “Crawl”, produzido por Adam Messinger e Nasri Atweh, inicia-se com a voz notável do à medida que a parte orquestral cria uma ode delicada ao amor perdido. “Why did I change the pace?/ Heart were never meant to race.” A maturidade da sua voz é evidente nas notas mais graves e encorpadas.

A faixa “What I Do” inclui a participação de Plies, muda o ritmo e invoca o lado atrevido e romântico de Brown, realçado pelo seu ritmo acelerado e a delicadeza de Plies. Segue-se a faixa “Sing Like Me”, um tema melódico e sedutor, produzido por Big Makk, no qual Chris faz uma serenata às senhoras. Brown avança para o quarto com a faixa “Take My Time”, que conta com a participação de Tank, num tema lento que recria o momento de intimidade, acentuado pelo toque sensual do produtor Da Bizzness. “I want to take my time/ I want to do you right,” canta Brown.

No entanto, este é um disco típico de Chris Brown, o que significa: dança. O tema dançante “I.Y.A.”, que significa “In Your Arms” (Nos teus braços), é um piscar de olhos nostálgico à época do sintetizador, mas com o toque distinto de Chris Breezy. As discotecas não vão conseguir resistir ao chamamento deWait” com Trey Songz e Game, que contribuem para uma música inegavelmente de festa.

Brown, que compôs a maioria dos temas de Graffiti, concentra-se agora numa mensagem de gratidão. “Lucky Me” aborda o conceito de permanecer positivo perante um desafio a nível pessoal. Produzido por Jevon Hill, neste tema Brown revela ao mundo a história de alguém acabado de se tornar homem e que assume as suas responsabilidades. É um tema com um apelo universal para ultrapassar estes tempos difíceis. A última faixa do álbum, “I’ll Go”, é uma balada agridoce para todas as idades, com letra poética da autoria de Brown e que fala sobre o encerrar de uma fase, de libertação e de seguir em frente.

Esta é uma nova década para Chris Brown, outrora adolescente em ascensão e que agora evoluiu e transformou-se num artista reconhecido no seu tempo, tendo deixado a sua marca no disco Graffiti."

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